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Fabricação nacional · Fechaduras eletromagnéticas e controle de acesso

Controle de acesso

Como funciona uma fechadura eletromagnética em um sistema de controle de acesso

A fechadura eletromagnética é apenas um dos componentes da porta. O resultado percebido pelo usuário depende de como fonte, controlador, leitor, botoeira, sensor e no-break trabalham juntos.

Autoria
Equipe técnica Drigon
Publicado
Atualizado
Leitor de acesso e quadro de alimentação instalados na parede ao lado de uma porta metálica

Este artigo descreve o papel de cada parte e os pontos em que o projeto costuma definir a diferença entre um sistema estável e um sistema com falhas intermitentes.

Funcionamento do eletroímã

A bobina do corpo gera campo magnético quando alimentada e atrai a chapa de atraque fixada na folha. A retenção existe apenas enquanto há alimentação.

Como a operação não depende de partes móveis, o componente tolera bem ciclos repetidos, o que o torna adequado a portas de circulação intensa.

Fonte de alimentação

A fonte fornece a tensão contínua exigida pelo conjunto e sustenta também os periféricos da porta. Dimensionamento apertado é a causa mais frequente de comportamento errático: a porta retém em alguns acionamentos e falha em outros.

Controlador de acesso

O controlador decide quem passa. Ele recebe a credencial do leitor, biometria, cartão, senha ou aplicativo, valida a permissão e comanda a liberação da fechadura pelo tempo configurado.

É nele que ficam horários, perfis de acesso e registro de eventos, quando o sistema prevê auditoria.

Botoeira

A botoeira permite a saída pelo lado interno sem exigir credencial. Por ser o componente mais acionado, merece modelo reforçado em portas de alto tráfego.

Sensor de estado da porta

O sensor informa se a folha está aberta ou fechada. Com essa leitura, o sistema pode alarmar porta mantida aberta, registrar eventos com precisão e executar lógica de intertravamento entre duas portas.

Nobreak

O no-break mantém a operação durante quedas de energia. A autonomia necessária depende do que a aplicação exige: alguns minutos para atravessar oscilações ou um período maior para manter a área controlada.

Integração dos componentes

Na prática, o fluxo é direto: o usuário apresenta a credencial ao leitor, o controlador valida, a alimentação da fechadura é interrompida pelo tempo configurado, a porta abre e o sensor confirma o fechamento.

A botoeira executa o mesmo desligamento pelo lado interno, sem passar pela validação de credencial.

Leitor

Captura a credencial e envia ao controlador.

Controlador

Valida a permissão e comanda a liberação.

Fonte e no-break

Sustentam a alimentação do conjunto.

Fechadura

Retém a porta enquanto alimentada e libera no comando.

Sensor

Confirma o estado da folha para o sistema.

O que acontece durante uma falta de energia

Sem alimentação, a fechadura eletromagnética libera a porta. Em rotas de fuga, esse comportamento é desejável. Em áreas restritas, ele precisa ser tratado com no-break dimensionado para o tempo pretendido.

A decisão é de projeto e envolve requisitos de segurança da edificação, não apenas preferência do usuário.

Importância de um projeto adequado

Somar componentes compatíveis não basta: distâncias, bitolas, consumo total, posição da fonte e acesso para manutenção definem a estabilidade do sistema ao longo dos anos.

Perguntas frequentes

A fechadura eletromagnética abre na falta de energia?
Sim, porque a retenção depende de alimentação. Para manter a porta controlada durante quedas, o projeto precisa incluir no-break dedicado.
Preciso de controlador para usar fechadura eletromagnética?
Não obrigatoriamente. Uma porta pode operar apenas com fonte e botoeira. O controlador entra quando é necessário validar credenciais, horários ou registrar acessos.
O sensor é obrigatório?
Não em todas as portas. Ele se torna necessário quando o sistema precisa monitorar o estado da folha, alarmar porta aberta ou executar intertravamento.

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